quinta-feira, 19 de novembro de 2009
domingo, 15 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
O "S" do PSB
Entre nós do PSB, esse S remonta a João Mangabeira, nosso fundador -- cuja memória queremos honrar -- e sua luta de toda a vida em defesa da comunhão entre socialismo e liberdade. Remonta ao nosso refundador (1985) e presidente de honra, Jamil Haddad que bem soube traçar nosso caminho. Remonta a Miguel Arraes, cuja memória temos o dever de honrar, e sua luta em defesa dos oprimidos, dos pobres e dos excluídos. Este S, portanto, nos é muito caro, e para ele exigimos o respeito de todos, de particular daqueles que pretendem, enganadamente ou não, militar em nossas fileiras.
Roberto Amaral
Armas e alvos da nova ofensiva da burguesia
Out, 2009
As conquistas da Jornada Nacional de Lutas do Movimento foi o que bastou para que os setores mais conservadores do Congresso e da sociedade começassem a orquestrar uma nova ofensiva contra o MST. A mídia burguesa e setores do Congresso criam um falso escândalo com notícias antigas para justificar uma CPI que só servirá de palco para defender os seus interesses políticos. Os verdadeiros interesses são barrar a Reforma Agrária, impedir a organização dos trabalhadores e justificar a criminalização dos movimentos sociais. Liderados pela senadora Kátia Abreu (DEM/TO) e os deputados federais Ronaldo Caiado (DEM/GO) e Onyx Lorenzoni (DEM/RS), os parlamentares ruralistas tentaram criar mais uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) contra o MST – seria a terceira em menos de 5 anos. O pedido para perseguir o nosso Movimento tem como base reportagens publicadas em jornais e revistas da imprensa burguesa, que apenas requentam denúncias da CPI da Terra (2003-2005). É exatamente uma represália à nossa ousadia de solicitar a atualização dos índices de produtividade agrícola, que poderá beneficiar os proprietários rurais que realmente produzem em nosso país.
REI DE ESPADAS
Agronegócio
O agronegócio, formado na aliança das empresas transnacionais, do capital financeiro e dos fazendeiros capitalistas, está por trás da ofensiva. Pretende acabar com o nosso Movimento para garantir a expansão da monocultura (soja, cana, eucalipto, pecuária e sementes transgênicas), aprovar projetos como a flexibilização do Código Florestal e ter o monopólio
sobre os investimentos públicos na agricultura.
O que esconde – O agronegócio é sustentado por volumosos recursos do governo federal. Os latifundiários acessam 34,6% do crédito, mas respondem por apenas 13,6% da produção agropecuária. Inversamente, os pequenos agricultores acessam 13,4% do crédito e são responsáveis por 56,8% da produção. Desde o início da crise, o complexo do agronegócio fechou 268 mil postos de trabalho, ou seja, é responsável por 35% das demissões. Mesmo assim, o governo federal destinou R$ 65 bilhões para o agronegócio na safra 2008/09. Além do calote de R$87 bilhões nas dívidas agrícolas que se arrastam desde a década de 90.
DAMA DE PAUS
Kátia Abreu e a bancada ruralista
A senadora Kátia Abreu (DEM/TO), líder da bancada ruralista no Congresso e presidente da CNA (Confederação Nacional da Agricultura), quer inviabilizar a atualização dos índices de produtividade, protegendo os latifundiários que não estão dentro da média de produtividade. Pretende fazer uma luta ideológica contra a Reforma Agrária, na defesa de um modelo agrícola baseado em grandes propriedades.
O que esconde – Kátia Abreu é suspeita de desviar recursos da Confederação Nacional da Agricultura, da qual é presidente, para sua campanha ao Senado. A CNA teria pago R$650 mil para a agência de publicidade que fez a campanha eleitoral da senadora, mas nem as despesas com publicidade, nem a doação da CNA aparecem na prestação de
contas à Justiça Eleitoral.
CORINGA
Governo Federal
Apesar do compromisso histórico do presidente Lula e do PT com a Reforma Agrária, o governo federal está comprometido com os interesses do agronegócio e depende dos votos da bancada ruralista para aprovar seus projetos no Congresso Nacional.
O que esconde – A pauta de reivindicações do MST ao governo federal já é histórica e é composta por uma série de promessas não cumpridas, como atualização dos índices de produtividade, previstos desde 2005 e o assentamento das famílias acampadas em Felisburgo, que esperaram mais de 5 anos desde o massacre no local para serem assentadas. O II Plano Nacional de Reforma Agrária tinha a previsão de assentar 550 mil famílias entre 2003 e 2007. No entanto, segundo a Unesp (Universidade do Estado
de São Paulo), apenas 163 mil famílias desta meta foram assentadas, ou seja, o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) cumpriu apenas 29,6% da meta.
ÁS DE OUROS
Mídia burguesa
Os canais de televisão, jornais, revistas e páginas na internet da mídia burguesa, que formam um oligopólio familiar aliado ao capital financeiro, tentam construir a imagem positiva do
agronegócio e colocar o MST como setor “atrasado” e “criminoso”.
O que esconde – Como forças da classe dominante, têm uma identificação de classe com os latifundiários, sustentando o oligopólio da terra como defendem o da comunicação. Há grupos de comunicação que são grandes proprietários de terras, como a família Saad, da TV Bandeirantes, que possui 16 fazendas no interior de São Paulo. A defesa dos meios de
comunicação não é apenas ideológica, mas em interesse próprio.
Alvos da ofensiva
REVISÃO DOS ÍNDICES DE PRODUTIVIDADE – Inviabilizar o cumprimento da Constituição Federal com a atualização dos índices de produtividade, defasados desde 1975, que foi anunciada pelo governo com a pressão da jornada de lutas.
REFORMA AGRÁRIA – Impedir qualquer avanço na democratização das terras e investimentos públicos do governo nos assentamentos para viabilizar a construção de casas,
estradas, infra-estrutura, assistência técnica e agroindústrias.
MST – Destruir o Movimento, desgastar a legitimidade da luta dos trabalhadores rurais e excluir do debate político nacional a bandeira da Reforma Agrária no país.
LUTAS SOCIAIS – Satanizar a organização dos trabalhadores e as lutas sociais em defesa de direitos, depois do exemplo pedagógico dos protestos e conquistas da jornada.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
1° ENCONTRO DA JUVENTUDE SOCIALISTA BRASILEIRA Região Norte
1° DIA- 22/10/2009 (Quinta-feira)
- 13:30h - Recepção no aeroporto Internacional de Rio Branco (Comitiva dos estados)
- 19:00h - Abertura Oficial do Evento no auditório da Eletroacre . Composição da mesa.
- 22:00h - Encerramente/Coquetel
2° DIA - 23/10/2009 (Sexta-Feira)
AUDITÓRIO DO COLÉGIO CERB
- 9:00h - Mesa: Políticas Publicas de Juventude
- 10:00h - Debate
- 11:00h - Mesa: Cultura, Juventude e Participação
- 12:00h - Debate
- 13:00h - Almoço
- 14:30h - Mesa: Juventude e Meio Ambiente
- 15:30h - Debate
- 16:30h - Juventude Sindical
- 17:30h- Debate
- 19:30h -Jantar
- 21:00h - Programação Cultural
3° DIA - 24/10/2009 (Sábado)
AUDITÓRIO COÉGIO CEAN
- 9:00h - Mesa: Participação da JSB no executivo e legislativo
- 10:30h - Debate
- 12:30h - Almoço
- 14:00h - Eleições 2010 : Plano de desenvolvimento para Amazônia
- 15:30h - Debate
- 17:00h - Tour Cultural
- 21:00h - Programação Cultural
- 12:30h - Embarque das comitivas dos Estados
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
terça-feira, 11 de agosto de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
DIRETAS JÁ! Sem medo da democracia!
Movimento Estudantil com SeriedadeHoje o movimento estudantil vive um pragmatismo muito grande, enfrentamos um período muito difícil para a organização dos estudantes, com entidades afastadas das salas de aula, desacreditadas, desorganizadas e sem democracia interna. Por outro lado, os conservadores estão cada vez mais organizados. O sonho utópico da transformação da realidade que conduziu o movimento estudantil as grandes passeatas não é mais visto, parece que não mais reconhecemos a história de luta e coerência, a unidade e a combatividade na busca por trilhar os mais legítimos e nobres anseios de nosso povo.
Nós do Movimento DIRETAS JÁ! Sem medo da democracia! , cansamos de tudo isto, queremos sair da sala de aula e fazer acontecer. Acontecer de verdade, dar um passo pra mudar o mundo, e sem dar ouvidos para os que falam que isso não adianta de nada, que é perda de tempo. Será mesmo??? Temos dúvidas, se não adiantasse de nada a luta contra a ditadura, se não adiantasse de nada o Movimento Diretas Já, onde estaríamos hoje??? Na ditadura ainda talvez, sem poder escolher nossos representantes.
É por isso que nos organizarmos para lutar é preciso. Levantar nossas bandeiras.Nossa educação desde a básica ao ensino universitário virou mercadoria. O conhecimento não é produzido, ele é apenas repassado, jogado em cima dos estudantes, sem a menor preocupação com o aprendizado. Quem estudou em escola pública dificilmente chega a Universidade Pública... Tem mesmo é que ralar para conseguir pagar um curso numa privada, mesmo com o Prouni, vemos muitos estudantes fora da faculdade, simplesmente por que o ensino básico é tão ruim, que ele não tem preparo suficiente para alcançar o mínimo da prova. A Universidade que tanto ralamos para entrar é reflexo do sistema capitalista dominador: excludente e mercadológica.
O tripé, base da Universidade a tempos não funciona. O Ensino precário, não dá bases para o diálogo com a comunidade, dessa forma os estudantes com muita vontade de colocar o que aprenderam em sala de aula como soluções para os problemas de nosso país quase nada pode fazer sem o incentivo das Universidades de promover a interação com a sociedade através de projetos. A pesquisa então nem se fala, vai aos trancos e barrancos se auto sustentando, com ajuda do financiamento privado... O governo pouco investe no que um dia poderia ser utilizado. Esses são alguns motivos para mostrar que lutar é preciso.
É por isso que fazemos movimento estudantil, para lutar pelo bem coletivo, pra lutar pra mudar a Universidade. Queremos luto isso, mais de forma organizada. Já estamos em algumas entidades, mais não buscamos apenas ganhar eleições, queremos é lutar para garantir conquistar reais, levar as entidades estudantis de novo para perto dos estudantes. Por que as grandes lutas se iniciam antes das grandes passeatas. Ela se inicia nos corredores das Universidades e das escolas, no dia a dia de dificuldades, em cada conquista, em cada novo integrante que vem para o Movimento. E é isso que nós queremos, uma galera consciente, que saiba que vale a pena lutar, num movimento presente na sala de aula, no contato direto com as bases.
Somos o Movimento DIRETAS JÁ! Sem medo da democracia! . Estamos na UNE, UEEs, CAs, e nos apresentamos como um movimento de lutas, com estudantes que querem mudar os rumos do país, a começar pela nossa Universidade.






















